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terça-feira, 30 de outubro de 2012

CURSO: MINISTÉRIO PASTORAL ( PARTE II)


O pastor e seu inicio

Alem desta certeza, pois, quem é chamado sabe reconhecê-la, existe a posse dos dons e talentos que o Senhor requer daqueles que trabalham em favor do seu Reino. O obreiro com tal chamado deve orar bastante e meditar nas palavras de Paulo em 1ª Timóteo 3.1-7 e Tito 1.5-9. Obreiro nenhum deve se sentir qualificado de forma apropriada. Até mesmo Paulo disse: “E, para essas coisas, quem é idôneo?” (2ªCo 2.16) O Senhor tem muitas formas de preparar seus servos e nunca devemos questionar ou menosprezar seus meios. Deus em Cristo dá aos chamados todas as habilidades naturais, a formação adequada, orienta e oferta dons espirituais de que necessitam, os quais devem ser dedicados, cultivados e usados para, e somente, “para gloria de Deus”. (1ªCo 10.31) Mas, sem nunca esquecer de que precisamos de formação geral, em outras linhas é dizer que precisamos conhecer a cultura, a tecnologia e entre outras coisas convenientes ao homem – lembremo-nos de que Moises foi instruído primeiro em toda a ciência do Egito – e depois virá à formação vocacional, que inclui o estudo profundo das Escrituras e sem esquecer-se das experiências com Deus – Ainda é na sarça ardente que o Senhor se manifesta ao seu ungido, como fez a Moises.

Características do pastor 

Pastores devem ter um caráter e testemunho fiel acima de qualquer duvida, devem com sinceridade desejar servir ao Senhor, amar a Palavra, amar os irmãos, maturidade espiritual e emocional. Jamais devemos abraçar o pastorado por sermos falhos em diversas outras ocupações, ou porque não há mais nada pra fazer. Não somos profissionais e sim chamados, comissionados pelo Mestre, é a maior responsabilidade da nossa vida.

O apostolo Paulo descreveu as características do obreiro: “Convém, pois que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar, não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso; não avarento, que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia;... Não neófito,... que tenha um bom testemunho...” (1ª Tm 3.2-7), não é necessário escrever mais nada, Paulo já disse tudo.

O pastor e sua esposa

Visto que no casamento “dois se tornam um”, a esposa do pastor deve participar, quer você goste ou não. Pastores que não podem contar com suas esposas, partilhando com elas o fardo que carregam, estão fadados a um fraco e solitário ministério. Não é difícil dizer que, nossos lares são mais significativos para o rebanho do que propriamente nossas mensagens.

Algumas esposas são as agruras de um ministro, tornando o serviço pastoral muito mais enfadoso e difícil, levando o pastor às vezes a abdicar de seu chamado, quando se está mal casado. E este deve ser o passo mais prudente: largar o ministério, porem conservar seu casamento, diz o profeta Amós: “Como andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?” (Am 3.3). Sem duvida deve haver concordância e harmonia no lar, isso vale para todos os lares cristãos e não somente aos lares de obreiros. Mas, as esposas sensatas e verdadeiramente chamadas devem são tranqüilas, sossegadas e fazer um grande trabalho de bastidores, treinando e incentivando os outros. Outras desembaraçadamente aceitam posições que envolvem liderança e atuação visível. Sua esposa deve ser ela mesma e não criar em sua mente uma imitação da irmã fulana ou cicrana. O mais importante é que ambos exerçam o ministério que lhes foi dado pelo Senhor, tanto em casa como na igreja. Seus ministérios se complementarão e serão uma benção quando ambos servirem conforme os planos de Deus. E se houver algum problema, o certo é parar e orarem juntos diariamente, Deus irá orientá-los. É uma benção poder crescer e servir a Cristo, juntos glorificando o Pai. Assim o papel da esposa no ministério do pastor é de extrema importância. Que nos perdoem, mas pastor divorciado não existe na Bíblia.  

O pastor é um líder

Pastores se tornam lideres quando aceitam seu chamado com humildade e fazem de sua função o bem dos outros e a gloria de Deus. Não é a igreja que faz do pastor um líder, mas Deus (2ª Co 4.5). O Senhor foi um grande pastor: “Depois de fazer sair todas as que lhe pertencem, vai adiante delas, e elas o seguem, porque lhe reconhecem a voz” (Jo 10.4).
Devemos liderar amando as pessoas e manifestando humildade, sem exigir o que queremos e forçando-as a obedecer. Temos que liderar por meio de nosso exemplo. Nossa liderança vem através da Palavra de Deus. Quando a ovelha é alimentada, sente-se feliz em seguir. Lideramos por meio sacrificial (leia Filipenses 2), pagando um preço, pois, ministério que não custa nada não alcança nada.

O privilegio da liderança não deve, de modo algum, ser usado em vantagem própria; a autoridade deve ser exercida para o bem da igreja e gloria de Deus. “O chefe é servo de todos”, diz um provérbio africano. Jesus disse: “Porem, o maior dentre vós será vosso servo” (Mt 23.11).

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